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Portaria MEC Nº 25, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2016.

 

Publicação da em atenção ao art. 5º da PORTARIA Nº 25, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2016.

Portal da Imprensa Nacional PORTARIA Nº 25, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2016.

 
UNEB é novamente bem avaliada pelo MEC

No período de 03 a 06 de Setembro, o Instituto de Ciências Exatas ICEX - UNEB, recebeu a comissão do MEC para uma visita de Reconhecimento e Renovação do curso de Programação de Computadores - PC. Nesta avaliação, em uma escala onde a nota máxima é 5, recebeu a nota 3 no conceito final utilizado pelo Ministério da Educação. 

A Nota do curso da UNEB é resultado do esforço e competência do corpo docente e técnico da Instituição e principalmente do empenho dos alunos que participaram da avaliação, no intuito de melhorar de forma colaborativa e permanente, a qualidade dos cursos de tecnologia e do ensino superior em geral.

 
Ação beneficia crianças da Casa Transitória

 

A União Educacional de Brasília - UNEB, instituição compromissada com o aprimoramento da sociedade, visitou a Casa Transitória de Brasília, nesta quinta-feira, 5, para a entrega oficial de computadores, brinquedos e itens de higiene pessoal, atendendo cerca de 50 crianças e adolescentes, entre 0 e 17 anos, abrigados pela instituição .

Ao todo, foram doados cerca de 300 itens, contando também com desodorantes, sabonetes, pastas e escovas dentais, papel higiênico - itens de maior necessidade - e exemplares da coleção pedagógica Animais e Sonhos da escritora Renata Artiaga, que inclui livros de atividades e CDs. As doações são de extrema importância para a Casa Transitória de Brasília porque a continuidade do trabalho necessita do apoio e solidariedade de colaboradores e voluntários.

 
Formação técnica potencializa entrada no mercado de trabalho

Professor aponta a necessidade de continuidade com graduação

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que 72% dos alunos que optam por um curso técnico se formam com emprego garantido. Aponta ainda que para cada ano de estudo o salário de um técnico aumenta 14%. O professor e diretor geral da União Educacional de Brasília - UNEB, Marcelino Federal Neto, no entanto, explica que é necessário continuar os estudos e fazer graduação.

O professor explica ainda que os cursos técnicos duram entre um e dois anos. “Os cursos de graduação duram quatro anos. No Brasil, existem mais de 160 opções de cursos em diversas áreas. Nossa experiência mostra que é necessário dar continuidade aos estudos para obter promoção e aumento de salário”.

A UNEB é uma das poucas faculdades em Brasília que possui encaminhamento profissional durante a graduação. A instituição mantém a Agência de Trabalho e Emprego e oferece apoio gratuito aos alunos. “Conseguimos colocações em empresas públicas e privadas. Cadastramos o interessado, ele recebe as informações da vaga e orientação para a entrevista. Depois, damos também o feedback da empresa, mesmo sendo negativo, ou seja, que ele não tenha passado no processo seletivo”, explica Marcelino Federal.

Cursos técnicos no mundo

No Brasil, apenas 9% dos alunos estão matriculados em escolas técnicas. Uma realidade bem diferente de vários países da Europa, por exemplo. Lá, cada vez mais governos e empresas investem no ensino e na formação de técnicos.

A Alemanha é referência. Lá, a educação profissionalizante é conhecida como sistema dual de ensino, que combina o treinamento prático nas empresas com aulas teóricas na escola. Os cursos duram de dois a três anos e meio e formam trabalhadores em 350 ocupações ligadas ao comércio, indústria, prestação de serviço e serviço público - 53% dos alunos fazem essa escolha.

Eles ficam de um ou dois dias na escola e os outros nas oficinas. É uma rotina dura, mas que compensa porque a maioria sai com emprego garantido.

Professor aponta a necessidade de continuidade com graduação

Um estudo da Fundação Getúlio Vargas mostra que 72% dos alunos que optam por um curso técnico se formam com emprego garantido. Aponta ainda que para cada ano de estudo o salário de um técnico aumenta 14%. O professor e diretor geral da União Educacional de Brasília - UNEB, Marcelino Federal Neto, no entanto, explica que é necessário continuar os estudos e fazer graduação.

O professor explica ainda que os cursos técnicos duram entre um e dois anos. “Os cursos de graduação duram quatro anos. No Brasil, existem mais de 160 opções de cursos em diversas áreas. Nossa experiência mostra que é necessário dar continuidade aos estudos para obter promoção e aumento de salário”.

A UNEB é uma das poucas faculdades em Brasília que possui encaminhamento profissional durante a graduação. A instituição mantém a Agência de Trabalho e Emprego e oferece apoio gratuito aos alunos. “Conseguimos colocações em empresas públicas e privadas. Cadastramos o interessado, ele recebe as informações da vaga e orientação para a entrevista. Depois, damos também o feedback da empresa, mesmo sendo negativo, ou seja, que ele não tenha passado no processo seletivo”, explica Marcelino Federal.

Cursos técnicos no mundo

No Brasil, apenas 9% dos alunos estão matriculados em escolas técnicas. Uma realidade bem diferente de vários países da Europa, por exemplo. Lá, cada vez mais governos e empresas investem no ensino e na formação de técnicos.

A Alemanha é referência. Lá, a educação profissionalizante é conhecida como sistema dual de ensino, que combina o treinamento prático nas empresas com aulas teóricas na escola. Os cursos duram de dois a três anos e meio e formam trabalhadores em 350 ocupações ligadas ao comércio, indústria, prestação de serviço e serviço público - 53% dos alunos fazem essa escolha.

Eles ficam de um ou dois dias na escola e os outros nas oficinas. É uma rotina dura, mas que compensa porque a maioria sai com emprego garantido.

 
Participação das mulheres cresce 3,2% no mercado de trabalho

Nível de formação superior é o fator mais importante, segundo o professor Marcelino Federal


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a participação das mulheres em empresas e organizações registrou alta de 3,2% entre 2011 e 2012, pela primeira vez superior à presença masculina. O crescimento representa 1,5% a mais do que a participação dos homens, que foi de 1,7%.

 

Para o professor e diretor geral da União Educacional de Brasília (UNEB), Marcelino Federal Neto, as mulheres estão se sobressaindo cada vez mais e são maioria em graduações e especializações. “A consequência imediata dessa busca por capacitação é a ocupação no mercado de trabalho”.

 

Enquanto os homens somaram 41,5% (438,9 mil pessoas), as mulheres, 58,5% (619,8 mil pessoas). Essa informação consta da pesquisa Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgada no último dia 28 com informações cadastrais e econômicas de empresas e outras organizações formalmente constituída no país.

 

Melhoria também em termos salariais

 

Embora em 2012 os homens tenham recebido, em média, R$ 2.126,67, e as mulheres, R$ 1.697,30, a pesquisa constatou, em relação a 2011, que em 2012 os salários das mulheres tiveram um aumento real superior ao dos homens: 2,4% contra 2%.

 

No setor público, as mulheres já vêm ocupando a maioria dos postos de trabalho, como explicou à Agência Brasil, o gerente da pesquisa, Bruno Erbisti Garcia. Segundo ele, "58,9% das pessoas ocupadas na administração pública são mulheres e 41,1% são homens”.

 

Os dados da pesquisa, ao analisar a escolaridade, indicam que apenas 17,7% haviam cursado nível superior.

 

O pessoal assalariado com nível superior cresceu 6%, enquanto o pessoal assalariado sem nível superior cresceu apenas 1,6%. A média salarial de quem cursou faculdade chegou, em média, a R$ 4.405,55, enquanto o pessoal sem nível superior recebou R$ 1.398,74 – diferença de 215%.

 

A administração pública é o local onde há o maior predomínio de pessoal assalariado com nível superior: 35,8% em 2009 e 41,3% em 2012. “É possível observar, ao longo dos anos, aumento na participação dos assalariados com nível superior em todas as naturezas jurídicas. Nas entidades sem fins lucrativos, esse percentual subiu de 25,9%, em 2009, para 27,3% em 2012”, complementa Garcia.

 
Qual dos 7 tipos de personalidade criativa você tem?

 

A criatividade é a capacidade de criar novas ideias. No entanto, é uma habilidade que nem todos têm. Existem muitos perfis de pessoas criativas. Confira abaixo os 7 tipos de personalidade criativa e descubra qual delas combina mais com você:

1.Associação
As pessoas criativas têm uma grande imaginação, ou seja, estão frequentemente no mundo da ficção. Desenvolvem uma grande quantidade de ideias e um grande compromisso com elas.

2.Originalidade
A tendência é resistir às regras. Essas pessoas têm certa atitude rebelde porque precisam fazer coisas que outras pessoas jamais fariam.

3.Motivação
Essas pessoas gostam de desafios e trabalham nas situações mais complicadas até conseguir alcançar os seus objetivos.

4.Ambição
Precisam ser pessoas influentes. Gostam de ter toda a atenção para si e de receber o reconhecimento por suas conquistas.

5.Flexibilidade
Quando existe um problema, pessoas criativas podem ver de perspectivas diferentes as soluções para estes problemas. E assim, torna essas soluções inovadoras.

6.Baixa estabilidade emocional
Estes personagens passam por emoções negativas e mudanças de humor com frequência. E, geralmente, sentem certa falta de confiança em si mesmo por conta das emoções.

7. Baixa sociabilidade
São pessoas que têm a tendência de serem muito críticos e encontrar defeitos e falhas nas ideias e personalidades de outras pessoas.

 

 
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